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Do prato ao pixel

Ao contratar um serviço fotográfico, algumas dúvidas acabam surgindo. Como por exemplo, “como funciona?”, “por onde começar?”
Antes da realização de uma sessão para fotografia de gastronomia, o estúdio em parceria com a agência/cliente, realiza um briefing para definir informações como:

  • A ideia que a fotografia deve transmitir. (refrescância, calor, almoço, jantar)
  • O produto/elemento principal e a finalidade da imagem. (embalagem, internet, impressos)
  • A característica mais marcante da comida. (crocância, suculência, mistura de texturas, delicadeza)
  • A parte do prato que merece mais destaque. (recheio, cobertura, textura).

Estas informações ajudam a definir a linguagem fotográfica da imagem, por exemplo, se toda a imagem estará em definição ou o foco será apenas em um lugar, se a composição é horizontal ou vertical, se a imagem é ambientada ou em fundo liso, quais cores e objetos usar, etc.

Todas as fotos que produzimos passam por um tratamento de imagens. O que varia é o nível do tratamento, o rigor e o critério de detalhes.

Uma foto para embalagem, por exemplo, requer um cuidado maior ao ser produzida e retocada, enquanto uma imagem para utilização online pode ser rapidamente ajustada. Neste último caso, a grande vantagem é que a foto sai “praticamente” pronta, restando pequenos ajustes como eliminação de imperfeições, realces, sombras e nitidez.

antesxdepois(exemplo de uma imagem que saiu da câmera e não foi pensada para embalagem x imagem construida e produzida pensando no tratamento para embalagem)

Contudo, vale lembrar que a luz tem um papel fundamental em todo o processo, e não existe um tratamento padrão. Cada tipo de alimento requer cuidados específicos tanto na hora de iluminar quanto na hora de tratar.

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